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	<title>Criatividade e Inovação &#187; Invenção e Inventores</title>
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	<description>Intercâmbio de estratégias e experiências sobre criatividade e inovação</description>
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						<item>
		<title>Serendipity: a arte de reconhecer e aproveitar as descobertas acidentais</title>
		<link>http://criatividadeaplicada.com/2011/03/10/serendipity-a-arte-de-reconhecer-e-aproveitar-as-descobertas-acidentais/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 02:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[Serendipity: descoberta e/ou uma experiência instrutiva não intencional e/ou inesperada que acontece por acidente e argúcia. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 50px;'><fb:like href='http://criatividadeaplicada.com/2011/03/10/serendipity-a-arte-de-reconhecer-e-aproveitar-as-descobertas-acidentais/' layout='default' show_faces='false' width='400' action='like' colorscheme='light' send='true' /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><em><a href="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2011/03/serendipity.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2129" title="serendipity" src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2011/03/serendipity.jpg" alt="" width="470" height="314" /></a>Serendipity</em> é uma palavra da língua inglesa que não tem equivalente em português. Significa uma descoberta e/ou uma experiência instrutiva não intencional e/ou inesperada que acontece por acidente e argúcia. Dois bons exemplos de descobertas acidentais são o Velcro e a descaroçadora de algodão, relatadas no artigo <a title="Desvendando o segredo dos grandes inventores" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/03/26/desvendando-o-segredo-dos-grandes-inventores/">Desvendando o segredo dos grandes inventores.</a></p>
<p>A palavra <em>serendidpity</em> foi criada por Horace Walpole em 1754, que a formou após a leitura do conto <a title="The Three Princes of Serendip" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Three_Princes_of_Serendip" target="_blank"><em>The Three Princes of Serendip</em></a>, cujos heróis estavam sempre fazendo descobertas, por acidentes e astúcia, de coisas que eles não estavam procurando. Serendip é a denominação antiga de Sri Lanka.</p>
<p>Importantes descobertas acidentais como o Velcro, a descaroçadora de algodão, a penicilina, o Raio X, o Teflon, o Nylon e uma grande variedade de remédios, mostram a importância da habilidade mental de reconhecer e aproveitar os imprevistos que revelam valiosas oportunidades de inovação. Esta habilidade mental pode ser desenvolvida pela compreensão do processo de <em>serendipity</em> e das atitudes que podem melhorar a percepção de eventos imprevistos.</p>
<h2><span style="font-size: medium;"><strong>Os quatro tipos de <em>serendipity</em></strong></span></h2>
<p>Podemos considerar quatro tipos de descobertas acidentais:</p>
<ul>
<li>Descobrir Y inesperadamente.</li>
<li>Procurar por X e encontrar Y inesperadamente.</li>
<li>Procurar por X e encontrar X por meios inesperados.</li>
<li>Descobrir um uso inesperado para X (ou Y).</li>
</ul>
<p>Todos os quatro tipos envolvem alguma dose de sorte. Contudo confundir <em>serendipity</em> com pura sorte é uma conclusão equivocada e ingênua. <em>Serendipity</em> consiste, sobretudo, em como transformar a nossa sorte em descobertas valiosas. A capacidade de perceber e tirar proveito de um evento fortuito promissor requer conhecimento e uma mente alerta, aberta e flexível.</p>
<p>A penicilina foi descoberta em 1928 quando <a title="Alexander Fleming" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Fleming" target="_blank">Alexander Fleming</a> saiu de férias e esqueceu algumas placas com culturas de microrganismos em seu laboratório no Hospital St. Mary em Londres. Quando voltou, reparou que uma das suas culturas de <em>Staphylococcus</em> tinha sido contaminada por um bolor, e em volta das colônias deste não havia mais bactérias. Fleming não estava a procura de um agente antibacteriano mas, como tinha grandes conhecimentos em microbiologia, ele percebeu imediatamente a importância do que estava observando. Como disse <a title="Louis Pasteur" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Louis_Pasteur" target="_blank">Louis Pasteur</a>: “Nos campos da observação, a sorte só favorece a mente preparada”.</p>
<h2><span style="font-size: medium;"><strong>As atitudes e habilidades que favorecem a <em>serendipity</em></strong></span></h2>
<p>Para desenvolver a capacidade de perceber e tirar proveito das oportunidades reveladas inesperadamente é necessário cultivar algumas habilidades e atitudes, que estão também ligadas ao desenvolvimento da criatividade:</p>
<p><strong>Curiosidade</strong>: o interesse em entender e explorar o evento inesperado observado, ao invés de simplesmente descartá-lo como trivial ou inoportuno. Considere como oportunidade tudo aquilo que se parece com uma oportunidade.</p>
<p><strong>Mente flexível</strong>: quem vê somente o que é esperado e descarta os resultados inesperados como errados não fará descobertas. Evite julgamentos apressados e prematuros.</p>
<p><strong>Conhecimento</strong>: uma maneira de se preparar para aproveitar as oportunidades fortuitas é através de estudos cuidadosos e intensivos no campo escolhido para as pesquisas. Prepare-se para entender a relevância do que está acontecendo e para avaliar suas potenciais consequências.</p>
<p><strong>Dê chance ao inesperado</strong>: vivemos numa sociedade que nos torna prisioneiros da eficiência e da produtividade, tempo é dinheiro. Somos instados a somente dedicar nosso precioso tempo a atividades com um propósito definido, sem riscos de fracasso e com retorno imediato. Procure livrar-se ocasionalmente desta tirania e dedique uma pequena parte de seu tempo para perambular por caminhos nunca antes explorados. Nesta viagem, siga sua <a title="Criatividade e intuição" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/04/30/criatividade-e-intuicao/">intuição</a>.</p>
<p><strong>Artigos relacionados:</strong></p>
<p><a href="../2007/03/26/desvendando-o-segredo-dos-grandes-inventores/">Desvendando o segredo dos grandes inventores</a></p>
<p><a href="../2007/04/30/criatividade-e-intuicao/">Criatividade e intuição</a></p>
<p><a title="Mente aberta, olhos e ouvidos atentos" href="../2007/12/27/criatividade-mente-aberta-olhos-e-ouvidos-atentos/">Criatividade: mente aberta, olhos e ouvidos atentos</a></p>
<p><a title="Oportunidade" href="../2008/01/16/criatividade-o-acaso-somente-favorece-aos-espiritos-preparados/">Criatividade: o acaso somente favorece aos espíritos preparados</a></p>
<p><p>Para uma lista completa, consulte o <a title="Indice de artigos" href="http://criatividadeaplicada.com/indice-de-artigos/">Índice de Artigos</a></p>
<p align="left"><span style="color: #ff8040;">Se gostou deste artigo e quer ser notificado de novas publicações </span><a title="Subscreva meu blog para ser notificado de novos artigos" rel="alternate" href="http://feeds.feedburner.com/CriatividadeEInovacao"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_blog.jpg" alt="" /></a> <a title="Inscreva para receber novos artigos pelo seu email" rel="alternate" href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=704158"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_email.jpg" alt="" /></a></p></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Criatividade e inovação na pequena empresa</title>
		<link>http://criatividadeaplicada.com/2008/07/13/criatividade-e-inovacao-na-pequena-empresa/</link>
		<comments>http://criatividadeaplicada.com/2008/07/13/criatividade-e-inovacao-na-pequena-empresa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Como as pequenas empresas podem usar a criatividade para inovar seus produtos e serviços e se manterem competitivas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 50px;'><fb:like href='http://criatividadeaplicada.com/2008/07/13/criatividade-e-inovacao-na-pequena-empresa/' layout='default' show_faces='false' width='400' action='like' colorscheme='light' send='true' /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Reprodução de minha entrevista para a revista Fecomércio do Rio Grande do Sul sobre criatividade e inovação na pequena empresa e outro temas sobre criatividade aplicada aos negócios.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 5px; float: left;" title="Entrevista Fecomercio" src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2008/07/entrevista-fecomercio.jpg" alt="Entrevista Fecomercio" width="250" height="392" /><span style="color: #0000ff;">Principalmente na indústria, o conceito de inovação costuma estar associado ao de tecnologia. É possível inovar sem investir nesse tipo de recurso?</span></p>
<p>Nem sempre a inovação é o resultado da criação de algo totalmente novo, mas, com muita freqüência, é o resultado da combinação original de coisas já existentes. Tanto na indústria como no comércio, inovação não significa obrigatoriamente o uso de novas tecnologias.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">Podes citar alguns exemplos de inovação para o comércio?</span></p>
<p>Para complementar a resposta anterior, cito o exemplo já bastante conhecido do auto-atendimento e todas as práticas em que algumas tarefas foram transferidas para o cliente. Não é mais uma novidade, mas mostra como a inovação pode ser feita com a utilização inteligente de tecnologias existentes e acessíveis a todos. Creio que as maiores oportunidades de inovação no comércio estão nos momentos de relacionamento do cliente com a empresa e na interação com seu pessoal. Terá sucesso quem conseguir inovar e transformar estes momentos em uma experiência valiosa, cativante e marcante. Isto não exige muita tecnologia, mas principalmente mudança de atitudes.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">Muita gente acredita que a inovação exige altos investimentos por parte das empresas. A informação procede? Por quê?</span></p>
<p>Depende. Em setores de tecnologia intensiva e de alta competitividade, como comunicações e medicamentos, são necessários elevados investimentos para se manter no mercado, pois a vida dos produtos pode ser muito curta. As pesquisas são permanentes e os resultados são incertos. Em setores de mão de obra intensiva, como alguns ramos do comércio, nem sempre são necessários grandes investimentos, pois as fontes de inovação estão na cabeça dos trabalhadores e não nos laboratórios. É mais uma questão de saber gerenciar este potencial criativo.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">A palavra criatividade costuma assustar gestores e funcionários, que temem apostar em novas idéias. Na tua opinião, por que isso acontece e quais os impactos desse tipo de postura?</span></p>
<p>Há muitas idéias erradas sobre a <a title="Criatividade e inovação" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/01/24/criatividade-e-inovao/">criatividade</a> que geram estes temores infundados. A mais comum é que a criatividade encerra algo de mágico, uma coisa de gênios rebeldes ou loucos. Assim, muitos gestores temem perder o controle da situação. Pense nas várias invenções que nos cercam como a escada, a tesoura, a chave de fenda, o lápis e o carrinho de supermercado. Não são frutos de loucura ou genialidade, mas da mente de pessoas normais que souberam canalizar sua criatividade na <a title="Solução criativa de problemas" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/08/18/solucao-criativa-de-problemas-parte-1/">solução de problemas</a>. A conseqüência das idéias <a title="Criatividade: Dádiva de Deus ou habilidade aprendida?" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/10/07/criatividade-dadiva-de-deus-ou-habilidade-aprendida/">erradas sobre criatividade</a> é o desperdício dos talentos existentes na empresa.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">Pequenas empresas também podem se destacar pela criatividade? Existe uma forma de assegurar inovação em empreendimentos de pequeno porte?</span></p>
<p>Sim, no mundo todo as pequenas empresas têm tido um papel fundamental na criação de novos processos e produtos. As pequenas empresas têm duas grandes vantagens sobre as grandes: flexibilidade e agilidade. A melhor forma de assegurar a inovação é estar atento ao que não funciona ou funciona mal e precisa ser melhorado. Inovar é resolver problemas de uma forma original e as grandes oportunidades estão nas insatisfações dos usuários com os produtos e serviços disponíveis.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">Não são raras as situações em que empresas investiram muito tempo e dinheiro para estudar o lançamento de novos produtos ou serviços e, pouco tempo depois de efetivado tal lançamento, toda a concorrência já possuía o que era para ser um diferencial. Quando vale a pena ser um precursor de tendências?</span></p>
<p>Neste caso, vale perguntar se a empresa realmente investiu numa idéia original ou no óbvio, em algo que todos já estavam pensando.  Só se constrói um verdadeiro diferencial competitivo quando se conta com competências distintivas, difíceis de serem imitadas.</p>
<p><span style="color: #0000ff;">Como saber o prazo de validade de uma inovação?</span></p>
<p>Quando seus principais concorrentes estiverem fazendo a mesma coisa, ou melhor do que você. Quando a empresa se vê obrigada a concorrer na vala comum de redução de preços e de margens de lucro para manter sua posição no mercado.</p>
<p><strong>Artigos relacionados:</strong></p>
<p><a title="dadiva ou habilidade?" href="../2007/10/07/criatividade-dadiva-de-deus-ou-habilidade-aprendida/">Criatividade: dádiva de Deus ou habilidade aprendida?</a></p>
<p><a title="Como superar o medo de falhar" href="../2007/11/17/criatividade-como-superar-o-medo-de-falhar/">Criatividade: como superar o medo de falhar</a></p>
<p><a title="Programa de sugestões" href="../2008/03/08/programa-de-sugestoes-como-obter-ideias-melhores-e-uteis/">Programa de sugestões: como obter idéias melhores e úteis</a></p>
<p><a title="Como desenvolver a criatividade de sua equipe" href="../2008/05/25/como-desenvolver-a-criatividade-de-sua-equipe/" target="_self">Como desenvolver a criatividade de sua equipe</a></p>
<p><a title="Criatividade e qualidade" href="../2008/05/31/criatividade-e-qualidade/">Criatividade e Qualidade</a></p>
<p><span style="color: #000000;"><p>Para uma lista completa, consulte o <a title="Indice de artigos" href="http://criatividadeaplicada.com/indice-de-artigos/">Índice de Artigos</a></p>
<p align="left"><span style="color: #ff8040;">Se gostou deste artigo e quer ser notificado de novas publicações </span><a title="Subscreva meu blog para ser notificado de novos artigos" rel="alternate" href="http://feeds.feedburner.com/CriatividadeEInovacao"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_blog.jpg" alt="" /></a> <a title="Inscreva para receber novos artigos pelo seu email" rel="alternate" href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=704158"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_email.jpg" alt="" /></a></p></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a href= "http://criatividadeaplicada.com/ebook-criatividade-aplicada/" title="Ebook Criatividade Aplicada"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2011/04/eBook-Criatividade_ban2.jpg" border="0"></a><br />
</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><br />
</span></p>
<div class="shr-publisher-194"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><div class='shareaholic-like-buttonset' style='float:none;height:30px;'><a class='shareaholic-googleplusone' data-shr_size='medium' data-shr_count='true' data-shr_href='http%3A%2F%2Fcriatividadeaplicada.com%2F2008%2F07%2F13%2Fcriatividade-e-inovacao-na-pequena-empresa%2F' data-shr_title='Criatividade+e+inova%C3%A7%C3%A3o+na+pequena+empresa'></a></div><div style="clear: both; min-height: 1px; height: 3px; width: 100%;"></div><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>Criatividade: o acaso somente favorece aos espíritos preparados</title>
		<link>http://criatividadeaplicada.com/2008/01/16/criatividade-o-acaso-somente-favorece-aos-espiritos-preparados/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 22:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
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		<description><![CDATA[A oportunidade é um cavalo arriado que passa uma única vez. Se estiver desatento, você não consegue montá-lo e fará sua jornada a pé, chegando em último lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 50px;'><fb:like href='http://criatividadeaplicada.com/2008/01/16/criatividade-o-acaso-somente-favorece-aos-espiritos-preparados/' layout='default' show_faces='false' width='400' action='like' colorscheme='light' send='true' /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p><img src="http://www.criatividadeaplicada.dreamhosters.com/wp-content/uploads/2008/01/oportunidade.jpg" alt="Oportunidade" hspace="5" vspace="5" width="205" height="359" align="left" />O ditado popular diz que a oportunidade é um cavalo arriado que passa uma única vez. Se estiver atento, você consegue montá-lo, caso contrário continuará sua jornada a pé, chegando em último lugar, ou mesmo não chegando a lugar nenhum. Vivemos numa época de grandes oportunidades geradas pelas mais diversas situações, seja pelos avanços tecnológicos e mudanças sociais e econômicas, seja pelos problemas que nos afligem e que pedem soluções inovadoras. Enxergar e aproveitar essas oportunidades exige uma combinação de conhecimentos, curiosidade, flexibilidade mental e a disposição para experimentar e correr riscos. Vamos ilustrar este ponto com algumas histórias.</p>
<p><strong>Os especialistas tendem a resistir às novidades</strong></p>
<p>Ò conhecimento em um determinado campo é um fator essencial para a geração de idéias inovadoras. Não se pode esperar que alguém totalmente ignorante em química possa vir a criar um medicamento revolucionário. No entanto, o conhecimento especializado pode nos cegar sobre o potencial de uma nova idéia. Com muita freqüência, as autoridades em determinado campo falham em perceber e aceitar a inevitabilidade da mudança. Alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>Em 1899, Charles H. Duell, diretor do Escritório de Patentes dos EUA, aconselhou o Presidente McKinley a fechar o escritório de patentes, afirmando: &#8220;Tudo que podia ser inventado, já foi inventado&#8221;.</li>
<li>Em janeiro de 1909, um artigo no <em>Scientific American</em> dizia que o automóvel tinha praticamente atingido seu limite de desenvolvimento, pois nenhuma melhoria radical tinha sido introduzida no ano anterior.</li>
<li>Em 1927, o jovem engenheiro DeForest procurou Harry Warner, um dos fundadores do estúdio Warner Brothers. DeForest tinha desenvolvido um meio de sincronizar imagem e som, que poderia trazer o som aos filmes mudos da época. A resposta de Harry Warner: &#8220;Você está louco? Quem quer ouvir um ator falar?&#8221;</li>
<li>Até 1970 o mercado de computadores era definido em termos de mainframes. Mesmo quando a possibilidade de computadores pessoais se tornava uma realidade técnica, os líderes do mercado falharam em perceber o novo potencial. Em 1977, Ken Olsen, fundador e presidente da Digital Equipment Corporation, afirmou: &#8220;Não há razão para um indivíduo ter um computador em sua casa&#8221;. Os grandes fabricantes só entraram neste mercado quando perceberam o sucesso de jovens empreendedores como Steve Jobs e Bill Gates.</li>
</ul>
<p><strong>A sorte só favorece a quem está acordado</strong></p>
<p>Por outro lado, aqueles que mantêm uma atitude de curiosidade e de experimentação, percebem com clareza e agilidade as oportunidades que surgem à sua frente. Vejamos alguns exemplos simples mas esclarecedores.</p>
<p>A casquinha de sorvete foi inventada num verão quente em 1904, quando um vendedor de sorvetes, Charles Menches, ficou sem pratinhos de papel que ele usava para vender sua mercadoria. Sem querer perder fregueses, ele olhou em sua volta procurando uma solução. Ele viu uma massa enrolada semelhante a um <em>wafer</em> que um negociante vizinho usava para vender melado. Pediu emprestado um pouco da massa, e a usou como um copo para vender sorvete. Os clientes gostaram da idéia de comprar sorvete num copo que também podia ser comido. E assim surgiu a casquinha.</p>
<p>O Band-Aid da Johnson &amp; Johnson foi inventado por um de seus funcionários que vivia preocupado com sua esposa, uma pessoa muito propensa a sofrer acidentes. Com muita freqüência, ela se cortava com as facas de cozinha. Depois de atender a esposa ferida por várias vezes, ele teve a idéia de cortar uma fita em pequenas tiras e prender um pedaço de gaze no meio de cada tira. Assim, cada vez que sua esposa se cortava, o curativo podia ser colocado em apenas trinta segundos. Quando ele falou sobre sua invenção, a Johnson &amp; Johnson percebeu imediatamente o seu potencial e lançou o Band-Aid.</p>
<p>John Dunlop, o inventor do pneu, era um veterinário. Quando seu filho recusou a passear de bicicleta devido ao desconforto das trepidações, ele começou a pensar numa solução para tornar as bicicletas mais confortáveis. Até então, não havia uma proteção em torno das rodas, que tocavam direto na estrada. O contato da roda com o solo tornava o passeio muito penoso; as bicicletas eram conhecidas como &#8220;chacoalha ossos&#8221;. Um dia, enquanto trabalhando no seu consultório, ele teve a idéia de fixar tubos cirúrgicos em volta da roda, enchê-los de ar e vedá-los. Isto funcionaria como um colchão e reduziria as trepidações. As pessoas lhe disseram que não iria funcionar, mas ele foi adiante e inventou o pneu.</p>
<p>Nestes três casos, vimos que a criatividade resultou de uma combinação de curiosidade, flexibilidade mental, mostrada na combinação ou na procura de novos usos para objetos conhecidos, e a disposição de enfrentar opiniões contrárias e fazer experiências.</p>
<p><strong>Artigos relacionados:</strong></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/02/07/bloqueios-criatividade/">Bloqueios à criatividade</a></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/04/30/criatividade-e-intuicao/">Criatividade e intuição</a></p>
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<p><a title="Como superar o medo de falhar" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/11/17/criatividade-como-superar-o-medo-de-falhar/">Criatividade: como superar o medo de falhar</a></p>
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		<title>Criatividade: mente aberta, olhos e ouvidos atentos</title>
		<link>http://criatividadeaplicada.com/2007/12/27/criatividade-mente-aberta-olhos-e-ouvidos-atentos/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 20:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Invenção e Inventores]]></category>
		<category><![CDATA[Arquimedes]]></category>
		<category><![CDATA[eureka]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[invenção]]></category>
		<category><![CDATA[inventor]]></category>
		<category><![CDATA[mente aberta]]></category>
		<category><![CDATA[mola maluca]]></category>
		<category><![CDATA[Richard James]]></category>

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		<description><![CDATA[Em muitos casos, a criatividade surge de uma mente atenta e aberta, capaz de perceber e extrair de um evento fortuito um conceito novo e original.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 50px;'><fb:like href='http://criatividadeaplicada.com/2007/12/27/criatividade-mente-aberta-olhos-e-ouvidos-atentos/' layout='default' show_faces='false' width='400' action='like' colorscheme='light' send='true' /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Nem sempre a criatividade resulta de um esforço intencional para se criar algo novo, como nos casos da lâmpada elétrica e do telefone. Uma invenção, ou a solução de um problema, pode nascer da observação de um evento fortuito, inesperado. Nestes casos, a criatividade surge de uma mente atenta e aberta, capaz de perceber e extrair do evento fortuito um conceito novo e original.</p>
<p>O exemplo clássico é o de Arquimedes (287 a.C. &#8211; 212 a.C.), matemático, engenheiro e inventor grego, ao resolver o problema da coroa do rei de Siracusa. Conta o historiador Vitrúvio que o rei mandou fazer uma coroa de ouro. Para isso, contratou um artesão que, mediante uma boa quantia de dinheiro e a entrega do ouro necessário, aceitou o trabalho.</p>
<p>Na data prevista o artesão entregou a coroa executada na perfeição, porém o rei, desconfiado que o artesão pudesse ter trocado parte do ouro por prata, pediu a Arquimedes que verificasse se a coroa era realmente de ouro puro. Arquimedes tinha o peso da coroa, mas não tinha como calcular seu volume e verificar se o peso especifico da coroa era igual ao do ouro puro.</p>
<p>Um dia, enquanto tomava banho, Arquimedes observou que, à medida que seu corpo mergulhava na banheira, a água transbordava. Concluiu, então, como poderia determinar o volume da coroa e, de tão contente que estava, saiu da banheira e foi para a rua gritando: &#8220;Eureka, Eureka!&#8221;, que em grego quer dizer <em>descobri</em>, <em>achei</em>, <em>encontrei</em>. Arquimedes descobrira que um objeto mergulhado na água desloca uma quantidade de água equivalente ao seu volume.</p>
<p>Assim, pegou um vasilhame com água e mergulhou uma peça de ouro do mesmo peso da coroa, registrando o quanto a água tinha subido. Fez o mesmo com uma peça de prata. Efetuou o mesmo registro e comparou-o com o anterior, concluindo que o ouro não fez a água subir tanto como a prata.</p>
<p>Por fim, mergulhou a coroa na água. Esta elevou o nível da água mais do que o ouro e menos do que a prata. Arquimedes constatou, então, que a coroa havia sido feito com uma mistura de ouro e prata. Pôde-se assim desvendar o mistério da coroa e desmascarar o artesão.</p>
<p><img src="http://www.criatividadeaplicada.dreamhosters.com/wp-content/uploads/2007/12/mola-maluca.jpg" alt="mola maluca" align="middle" /></p>
<p>Um exemplo não tão importante, mas mais atual, é a invenção do brinquedo Mola Maluca. Em 1943, enquanto trabalhava num estaleiro de navios de guerra, o engenheiro Richard James esbarrou numa mola torcida. A mola caiu da prateleira sobre uns livros, depois sobre a mesa e em seguida no piso, onde ficou a balançar como esperando novas instruções. Ele disse a sua esposa: &#8220;Acho que podemos fazer um brinquedo desta mola&#8221;. O casal tomou um empréstimo de US$ 500 para fabricar o primeiro lote de 400 unidades. Desde então foram vendidas mais de 300 milhões de unidades.</p>
<p>Muitas vezes, as melhores <a title="Ferramentas de criatividade" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/07/23/ferramentas-de-criatividade/">ferramentas de criatividade </a>são uma mente aberta e olhos e ouvidos atentos.</p>
<p><strong>Artigos relacionados:</strong></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/01/24/criatividade-e-inovao/">Criatividade e inovação</a></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/03/26/desvendando-o-segredo-dos-grandes-inventores/">Desvendando o segredo dos grandes inventores</a></p>
<p><a title="10 atitudes das pessoas muito criativas" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/07/04/10-atitudes-das-pessoas-muito-criativas/">10 atitudes das pessoas muito criativas</a></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/02/10/o-processo-criativo/">O processo criativo</a></p>
<p><a title="Criatividade é criar novas conexões" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/03/01/criatividade-criar-novas-conexes/">Criatividade é criar novas conexões</a></p>
<p><span style="color: #000000;"><p>Para uma lista completa, consulte o <a title="Indice de artigos" href="http://criatividadeaplicada.com/indice-de-artigos/">Índice de Artigos</a></p>
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		<title>Conversar faz bem à criatividade</title>
		<link>http://criatividadeaplicada.com/2007/04/02/conversar-faz-bem-a-criatividade/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 01:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jairo Siqueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Invenção e Inventores]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas e Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[camaradagem]]></category>
		<category><![CDATA[criativo]]></category>
		<category><![CDATA[dialogo]]></category>
		<category><![CDATA[inventor]]></category>

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		<description><![CDATA[O diálogo num ambiente de camaradagem e mútuo respeito tem um papel fundamental na geração e maturação das idéias inovadoras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='wpfblike' style='height: 50px;'><fb:like href='http://criatividadeaplicada.com/2007/04/02/conversar-faz-bem-a-criatividade/' layout='default' show_faces='false' width='400' action='like' colorscheme='light' send='true' /></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><p>Dois artigos que li recentemente ressaltam um importante aspecto no desenvolvimento das habilidades criativas: a criatividade como uma atividade social, uma interação com a comunidade a que pertencemos.</p>
<p>O primeiro artigo, de <a title="Creative Thinking - Michael Michalko Page" href="http://www.creativethinking.net/WP01_Home.htm" target="_blank">Michael Michalko</a>, menciona importante observação feita pelo físico David Bohm, quando pesquisando as vidas de Einstein, Heisenberg, Pauli e Nils Bohr. Estes notáveis cientistas tiveram um hábito em comum: realizar reuniões com seus colegas para troca de idéias sobre seus trabalhos e descobertas. Eles conversavam num clima de camaradagem, trocando idéias sem tentar mudar as atitudes uns dos outros e sem argumentações agressivas. Eles se sentiam à vontade para propor o que lhes vinham à cabeça e prestavam atenção às opiniões dos outros, estabelecendo um extraordinário clima de camaradagem profissional. Esta liberdade de dialogar sem riscos e constrangimentos resultou em notáveis avanços científicos.</p>
<p>Por outro lado, muitos outros cientistas promissores que, por ciúmes, desconfiança ou insegurança, se envolveram em controvérsias menores com seus colegas, acabaram por não produzir nada de importante.</p>
<p>Einstein e seus colegas ilustram o enorme potencial do pensamento colaborativo, a noção de que uma colaboração aberta e honesta ajuda o desenvolvimento do raciocínio inventivo. Para ser eficaz, esta conversa deve seguir três princípios adotados desde a época de Sócrates:</p>
<p><strong>Estabeleça o diálogo</strong>: realize um intercâmbio de idéias sem tentar mudar a mente da outra pessoa. As regras básicas do diálogo são: <em>Ouça atentamente, não discuta e não interrompa.</em></p>
<p><strong>Clarifique seu pensamento</strong>: suspenda todas as suposições não testadas e tente manter uma perspectiva imparcial. A tomada de consciência e a suspensão de suas suposições possibilitam que seu pensamento flua com mais liberdade, sem <a href="http://criatividade.wordpress.com/2007/02/07/bloqueios-criatividade/">bloqueios</a>.</p>
<p><strong>Seja honesto</strong>: diga o que você pensa, mesmo que suas idéias sejam controversas.</p>
<p>O outro artigo, de Leslie Evans, trata do trabalho de Lawrence Lessing, professor da Universidade de Stanford, sobre a necessidade mudanças no conceito de <em>copyright</em> na era digital. Lessing observa que Mickey Mouse e outras famosas criações de Walt Disney são adaptações criativas de personagens e contos que já existiam. Ele define o que chama de Criatividade Disney: a habilidade de pegar a cultura em sua volta, juntar a ela seu esforço criativo e gerar algo valioso para os outros. É a expressão da criatividade pela construção de algo baseado na cultura coletiva.</p>
<p>Em resumo, a criatividade é uma atividade eminentemente social. A inovação não resulta de um ato individual e isolado, mas da interação do indivíduo com a sociedade, extraindo dela sua cultura, seus conhecimentos e seus ensinamentos. Neste processo, o diálogo num ambiente de camaradagem tem um papel fundamental na geração e maturação das idéias inovadoras.</p>
<p><strong>Artigos relacionados:</strong></p>
<p><a href="http://criatividadeaplicada.com/2007/02/07/bloqueios-criatividade/">Bloqueios à criatividade</a></p>
<p><a title="Criatividade é criar novas conexões" href="http://criatividadeaplicada.com/2007/03/01/criatividade-criar-novas-conexes/">Criatividade é criar novas conexões</a></p>
<p><span style="color: #000000;"><p>Para uma lista completa, consulte o <a title="Indice de artigos" href="http://criatividadeaplicada.com/indice-de-artigos/">Índice de Artigos</a></p>
<p align="left"><span style="color: #ff8040;">Se gostou deste artigo e quer ser notificado de novas publicações </span><a title="Subscreva meu blog para ser notificado de novos artigos" rel="alternate" href="http://feeds.feedburner.com/CriatividadeEInovacao"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_blog.jpg" alt="" /></a> <a title="Inscreva para receber novos artigos pelo seu email" rel="alternate" href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailverifySubmit?feedId=704158"><img src="http://criatividadeaplicada.com/wp-content/uploads/2009/05/feed_email.jpg" alt="" /></a></p></span></p>
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</span></p>
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